sábado, 7 de agosto de 2010

Quando eu olho

Vejo o que muitas vezes não quero

Mas olho com olhar profundo

Para tentar ver algo de bom

Em tudo o que existe

Quero olhar como nunca ninguém olhou

E ver o que ninguém consegue ver

E duvidar de tudo

Para que eu possa tornar essas coisa

Em alguma coisa melhor

Muitas são inalteráveis

Mas tem sempre bondade dentro

Não há nada que um português não consiga fazer

E dizer que é impossível, não é português

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